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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Liberta



A mão que te curou, é a mesma que te baptizou
A que mil vezes destravou o trinco e te deixou entrar
A que acorria com bálsamos, pressurosa, à febre dos teus dias
A que acolheu e amou os frágeis passarinhos caídos dos teus ninhos
É a mesma mão, generosa e a sorrir que te acena a cada despedida
Sempre aberta para dar nunca para pedir, e que te incita a voar
Liberta,  a mão que te afagou com a essência que desconheces

Liberta, liberta-te, e voa... Aonde reencontres os pares da tua identidade

Liberta...


Nina