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domingo, 26 de março de 2017

Às vezes





Às vezes da minha janela vejo coisas belas
O céu feito de mares e os solos de infinito
No profundo da madrugada pássaros despertos
Fazem romarias em dia de santo de tempo algum
E o rio da inspiração corre célere, fecundo
Como sempre, que tua alma vem sentar-se
no banco de jardim, onde a minha, te reserva lugar


Maria de Jesus