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sábado, 9 de julho de 2016


 CRIANÇAS
 DZIECI 

Crescem improvisadamente do amor
E depois, de repente, adultos
Vagam de mãos dadas na grande multidão
Coração capturados como pássaros,
Perfis desbotados no crepúsculo.
Sei que no coração deles pulsa toda humanidade
De mãos dadas sentam-se calados nas margens
Do tronco de árvore, terra ao luar
Triangulo que arde no sussurro inacabado
Ainda não se dissipou a névoa
Corações de crianças pairam sobre o rio
Pergunto:
Serás sempre assim
Quando se levantarem e forem embora?
Ou de outra maneira?
Uma taça de luz inclinada entre as plantas
Revela um fundo ainda desconhecido
Sabereis preservar o que em nós teve inicio?
Separareis sempre o bem do mal?

João Paulo II
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