No cimo
da árvore, há quem veja uma estrela, eu vejo uma cruz.
Uma cruz pesada, que de dor se inclina.
Por detrás da noite de insónias acesas, só vê fantasias quem não cegou de tristezas.
Que natal, que brilhos, que música nas ruas... ?
Uma cruz pesada, que de dor se inclina.
Por detrás da noite de insónias acesas, só vê fantasias quem não cegou de tristezas.
Que natal, que brilhos, que música nas ruas... ?
Se,
dentro de nós , há frio no peito ; há olhos molhados
e as dores são só tuas?!
Ana
Homem de Albergaria
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