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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Preservação...a palavra de ordem
Quantas Cores o Vento Tem
Tu achas que sou uma selvagem
E conheces o mundo
Mas eu não posso crer
Não posso acreditar
Que selvagem possa ser
Se tu é que não vês em teu redor
Teu redor
Tu pensas que esta terra te pertence
Que o mundo é um ser morto,
Mas vais ver que cada pedra, planta ou criatura
Está viva e tem alma, é um ser.
Tu dás valor apenas às pessoas
Que acham como tu sem se opor
Mas segue as pegadas de um estranho
E terás mil surpresas de esplendor
Já ouviste um lobo uivando no luar azul
Ou porque ri um lince com desdém
Sabes vir cantar com as cores da montanha
E pintar com quantas cores o vento tem
E pintar com quantas cores o vento tem
Vem descobrir os trilhos da floresta
Provar a doce amora e o seu sabor
Rolar no meio de tanta riqueza
E não querer indagar o seu valor
Sou a irmã do rio e do vento
A garça, a lontra, são iguais a mim
Vivemos tão ligados uns aos outros
Neste arco, neste círculo sem fim
Que altura a árvore tem
Se a derrubares não sabe ninguém
Nunca ouvirás o lobo sob a lua azul
O que é que importa a cor da pele de alguém
Temos que cantar com as vozes da montanha
E pintar com quantas cores o vento tem
Mas tu só vais conseguir
Esta terra possuir, se a pintares
com quantas cores o vento tem
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=Jc87pWX87Xg
quinta-feira, 4 de maio de 2017
Manifesto de uma Guitarra
Mistura o som com o tom da emoção que dos graves irradia em decibéis cuja vibração ressoa em batida ritmada na mente ancorada pelas cordas sustenidas no agudo timbrado do fonema inspirado pela acústica abafado em ritmo compassado por teclas projectado nas notas desarmónicas pela inflexão da fala moldada por repercussão quando negas à composição a autoria do coração.
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